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GREVE: Sem salário, sem férias e sem FGTS, motoristas do transporte escolar de São Luís ameaçam paralisação

Motoristas que atuam no transporte escolar da rede municipal de São Luís denunciam uma série de irregularidades e ameaçam paralisar as atividades nos próximos dias. Segundo relatos da categoria, cerca de 150 profissionais estão com salários atrasados há pelo menos 15 dias, além de enfrentarem três anos sem reajuste salarial e sem atualização de benefícios como ticket alimentação e auxílio transporte.

De acordo com os trabalhadores, a situação vai além do atraso nos pagamentos. Há denúncias de que a empresa responsável pelo serviço, a Toppus Serviços Terceirizados, estaria com depósitos do FGTS em atraso, mesmo realizando os descontos nos contracheques. Os motoristas também afirmam que estão há cerca de dois anos sem receber férias, o que agrava ainda mais o cenário de precarização das condições de trabalho.

Outro ponto levantado pela categoria é a pressão para que continuem trabalhando mesmo diante das irregularidades. Segundo os relatos, motoristas que se recusam a atuar sem o devido pagamento estariam sendo ameaçados de demissão, sem garantia de recebimento de direitos rescisórios. A justificativa apresentada pela empresa seria a falta de repasses por parte da Prefeitura de São Luís.

Os trabalhadores também criticam o prefeito Eduardo Braide, que, segundo eles, teria prometido a substituição da empresa responsável pelo serviço após reunião recente com a categoria. No entanto, em vez da troca, o contrato com a empresa foi renovado, mantendo a situação enfrentada pelos motoristas

Diante do cenário, os profissionais afirmam que enfrentam dificuldades financeiras, com impactos diretos no sustento de suas famílias, e cobram uma solução imediata do poder público. A ameaça de paralisação pode comprometer o transporte de estudantes da rede municipal, caso não haja regularização dos pagamentos e garantia dos direitos trabalhistas.

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