Um levantamento do site Folha do Maranhão, com base em dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), mostra que o Maranhão possui, até janeiro deste ano, uma frota de 2.429.261 veículos. Desse total, apenas 7.373 veículos possuem algum tipo de motorização elétrica, evidenciando que a eletrificação ainda representa uma parcela pequena da frota estadual.
Entre os veículos eletrificados identificados no estado estão 166 veículos totalmente elétricos, 2.557 elétricos com fonte externa, 184 elétricos com fonte interna, 121 diesel elétrico, 1.723 gasolina elétrico, 2.153 gasolina/álcool elétrico, além de 198 híbridos e 271 híbridos plug-in.
Os dados apontam que os veículos flex (álcool e gasolina) lideram a frota maranhense, com 1.115.386 unidades. Em seguida aparecem os veículos movidos exclusivamente a gasolina, com 1.053.473 registros. Já os veículos a diesel somam 186.786 unidades, enquanto os movidos apenas a álcool chegam a 19.978 veículos. Outros 45.606 veículos estão classificados sem especificação de combustível.
Também integram a frota 8 veículos álcool/gás natural combustível, 8 álcool/gás natural veicular, 111 veículos a gás natural veicular, 30 veículos a gás natural liquefeito, 4 veículos a gás metano, 8 veículos a gasogênio, 6 veículos gasolina/gás natural combustível, 270 veículos gasolina/álcool/gás natural, 196 veículos gasolina/gás natural veicular e 17 registros classificados como “vide campo observação”, completando o panorama das diferentes tecnologias de motorização presentes no estado.
A baixa presença de veículos elétricos está relacionada a desafios estruturais, como a escassez de pontos públicos de recarga, ainda concentrados principalmente em São Luís, além das limitações para viagens de longa distância fora dos grandes centros urbanos.
Outro fator é a manutenção especializada, que ainda depende de concessionárias autorizadas e técnicos capacitados, muitas vezes localizados em outros estados, elevando custos e tempo de reparo. Somam-se a isso o alto valor de aquisição, a necessidade de adaptação elétrica residencial para recarga e a ausência de uma rede consolidada de suporte técnico, o que ainda dificulta a expansão da mobilidade elétrica no Maranhão.
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