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Boletim desmente senadora Eliziane Gama sobre “prisão” de evangélicos em Coroatá

A senadora Eliziane Gama acusou uma juíza de Coroatá, município do interior do Maranhão, de ter cometido um ato de perseguição religiosa. Segundo Eliziane Gama, a juíza Anelise Nogueira Reginato, mandou prender um pasto da cidade.

Sem ter muito conhecimento do caso, Eliziane Gama levou o caso para Câmara Federal, acusando a juíza de ter usado o seu poder de autoridade para mandar prender os líderes religiosos, no caso o pastor e uma cantora que faziam o culto próximo à casa da juíza.

Mas segundo boletim de ocorrência, não foi bem isso que aconteceu.

No relato, a juíza afirma que estava em sua residência quando escutou uma música muito alta em sua porta e que ao sair para ver o que estava acontecendo, se deparou com algumas pessoas fazendo uma espécie de reunião. Ao se aproximar, a juíza pediu o responsável pelo som, que abaixasse o volume, pois estava muito alto e estaria incomodando. De acordo com o relato, o cidadão que não teve o nome revelado, baixou o som, mas posteriormente voltou a aumentar. Foi então que juíza solicitou a presença de uma viatura policial.

Após a chegada da Polícia Militar, o pastor e a cantora, foram conduzidos para delegacia do município, dando continuidade ao procedimento policial. Sem qualquer interferência da juíza.

O fato é que Eliziane Gama, sem conhecimento do caso, acusou a juíza de te mandato prender o pastor, o que fica bem claro no boletim de ocorrência que isso não aconteceu.

O governador Flávio Dino também chegou a manifestar sua opinião sobre o caso, afirmando que daria apoio necessário ao pastor da igreja.

Ambas declarações foram divulgas antes do boletim de ocorrência. Por tanto, a senadora Eliziane Gama faltou com a verdade sobre a prisão do pastor.

Vale ressaltar, que a mesma juíza já teve um embate com Flávio Dino, quando a magistrada declarou a inelegibilidade do governador por 8 anos.

Veja o boletim

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Um comentário

  1. Marcos Nogueira Marcos Nogueira

    Segundo declaração das testemunhas não foi bem assim. Por que a Folha do Maranhão não procura quem estava presente, que inocência achar que o delegado iria montar um auto contra a juíza.

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