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Complica a situação de Lula Fylho após nova operação da PF em São Luís

A polícia federal realizou na última sexta-feira, a operação “Oficina Desmascarada”, onde foi apontado mais um esquema de superfaturamento na compra de máscaras pela prefeitura de São Luís através da Secretária Municipal de Saúde (SEMUS).

Segundo investigações da Polícia Federal, a SEMUS, no comando de Lula Fylho, comprou máscaras de oficina mecânica, além da empresa não ter autorização para a venda deste tipo de material, a PF afirmou que as 240 mil máscaras foram compradas a um valor bem acima do normal.

As empresas R.C.M Comercio & Serviços Eireli e M.A Silva Ltda, estão no alvo da operação. Ambas apontadas pela Polícia Federal por fazer parte do esquema.

O nome do ex-secretário de saúde de São Luís, Lula Fylho, voltou em evidencia após essa nova operação, tudo porque o Lula Fylho assinou ambos os contratos superfaturados.

Segundo levantamento do site Folha do Maranhão, ambos os contratos ambos os contratos tiveram contratação direta, devido a pandemia. O que pode comprovar o direcionamento nas compras feitos pelo ex-secretário de saúde.

Ao todo, foram gastos R$ 1.800.000,00 em máscara decretáveis fornecido por ambas as empresas pelo valor de R$ 7,50 a unidade. Fazia parte do contrato ainda, a compra de 70 mil aventais hospitalar descartáveis, que foram fornecidos pela empresa R.C.M Comercio & Serviços Eireli.

Lula Fylho já era investigado por outro esquema de superfaturamento na compra de máscaras. Na ocasião, a Polícia Federal realizou a “Operação Cobiça Fatal”, onde foi apontado outro superfaturamento em 3 contratos, chegando ao valor de R$ 2,3 milhões. Lula Fylho teve o sigilo bancário quebrado pelo Juiz Federal, Régis Bomfim.

Após a operação Cobiça Fatal, Lula Fylho foi afastado do cargo de secretário de saúde.

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