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Sormane Silva preso em operação da Polícia Federal assinou contrato mesmo com a empresa já fechada

De acordo com o que apurou o site Folha do Maranhão, o empresário Sormane Silva Santana preso em operação “Cobiça Fatal” da Polícia Federal por fazer parte de um possível esquema de fraudes em licitações públicas. Fechou contrato através da Global Diagnósticos com a prefeitura de Itinga do Maranhão, mesmo com a sua empresa fechada.

Segundo levantamento junto ao site da Receita Federal a empresa Global Diagnostico foi dada baixa no dia 15 de abril deste ano, por coincidência, no mesmo dia em que o empresário assinou o contrato representando a Precision Soluções com a prefeitura de São Luís, para aquisição de mascaras que seriam empregadas no combate ao coronavírus. Este contrato foi principal alvo da operação.

Mesmo com a empresa fechada junto a Receita Federal, a Global Diagnostico conseguiu fechar contrato com a prefeitura de Itinga do Maranhão, o contrato foi assinado cerca 14 dias depois, no dia 29 de abril.

Este contrato previa a aquisição de medicamentos, medicamentos controlados, materiais correlatos e medicamentos demandados por ações judiciais. O valor deste contrato entre a empresa a prefeitura foi no valor de R$ 102.815,80

Mesmo com tantas evidencias de fraudes e superfaturamentos em contratos públicos fechado com os empresários e alguns municípios, Sormane Silva, através da Justiça Federal, conseguiu habeas corpus e já foi posto em liberdade.

Sormane Silva aparece com representante legal de Alexandre Chuary, outro empresário preso na operação da Polícia Federal. Mesmo com a soltura dos empresários as investigações devem continuar.

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